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PÉ NA ESTRADA: Dicas Renault PDF Imprimir E-mail
Por Redação   
Festas, férias e verão: é tempo de colocar o carro na estrada. Observe o pacote de dicas da Renault.

PNEUS - O desgaste dos sulcos não deve ser inferior a 1,5 mm e a pressão correta deve ser verificada pelo manual do proprietário. Não esqueça o estepe. Ele deve ser calibrado com algumas libras a mais.

SUSPENSÃO E RODAS - Fique atento quanto a trepidações no volante, e “cantadas” de pneus. Observe se o carro está “puxando” para um dos lados. O conjunto roda/suspensão pode estar desalinhado ou desbalanceado.

Ruídos, instabilidade e perda de aderência são sinais de que os amortecedores, molas, braços oscilantes ou algum outro componente devem ser substituídos.

VISIBILIDADE - As palhetas dos limpadores de pára-brisa devem ser verificadas antes de sair em viagem. Caso apresentem ruídos ou percam eficiência quanto à limpeza do vidro, elas devem ser substituídas.

FREIOS - As pastilhas e discos devem estar funcionando perfeitamente. O nível e o prazo de validade do fluido de freio também merecem uma atenção especial. Os veículos que carregam muito peso ou que são conduzidos esportivamente, sofrem maior desgaste. Caso a quantidade do fluido não seja suficiente, a água presente na tubulação evapora, formando bolhas que diminuem a eficiência do freio. Faça a troca do fluido a cada 80 mil km ou dois anos.

MOTOR - O clima quente, aliado à baixa velocidade por conta do grande volume de veículos nas estradas, obriga o motor a funcionar num regime de temperatura mais alta que o normal. Caso o sistema de arrefecimento não esteja OK, a probabilidade de acontecer um superaquecimento é grande.

Use um aditivo adicionado à água do radiador para evitar o superaquecimento, reduzindo a oxidação dos componentes , - tubos e dutos internos do bloco do motor - . Verifique o nível de óleo do motor: se estiver próxima a data da troca, antecipe.

SISTEMA ELÉTRICO – Veja o nível de carga da bateria, o funcionamento do desembaçador traseiro e dos faróis.

NÃO ESQUEÇA --- de checar o estado dos equipamentos obrigatórios: validade e carga do extintor de incêndio, triângulo, chave de roda, chave de fenda, macaco, cintos de segurança dianteiros e traseiros. Confira a documentação do veículo: licenciamento, IPVA e seguro obrigatório, do seguro (se possuir) e a validade da carteira de motorista (CNH).

ROTEIRO - Planeje detalhadamente o roteiro, informando-se sobre as condições das estradas e horários críticos de congestionamento. Antecipe ou retarde a sua saída. Caso isso não seja possível, crie um caminho alternativo para escapar do tráfego intenso.

Em caso de congestionamento, não trafegue pelo acostamento, mantenha uma distância segura em relação ao carro da frente e desligue o motor, se o trânsito demorar a fluir.

Em viagens de longa duração, o motorista deve realizar algumas paradas durante o trajeto, para esticar as pernas, aliviar as tensões da estrada e descansar um pouco. Procure locais seguros, de preferência postos de gasolina e restaurantes.

Nunca acomode malas sobre o bagagito, que está localizado entre o banco e o vidro traseiro: ele tem a função de proteger o porta-malas e evitar que a bagagem seja vista. Os objetos colocados em cima do bagagito ficam soltos e podem atingir os ocupantes do veículo em caso de acidente ou em freadas bruscas.

Cuidado ao acomodar pranchas ou malas no bagageiro do teto. O motorista deve embrulhar bem a bagagem, com uma lona impermeável, formando um pacote compacto e bem amarrado,que não deve ultrapassar 40 centímetros.

No porta-malas, arrume as bagagens aproveitando bem o formato do compartimento, distribuindo os itens conforme peso e tamanho, visando garantir a estabilidade do veículo. Observe o limite de carga máxima divulgado pelo manual do proprietário: isso evita desgaste prematuro de vários componentes, entre eles, freios, suspensões, embreagem, pneus e o comprometimento da dirigibilidade.

COM O PÉ NA ESTRADA - Durante a viagem preste atenção na maneira como você está dirigindo. O tipo de condução influencia no consumo de combustível e no desgaste das peças do automóvel. Dirigir de forma moderada, sem freadas e acelerações bruscas é o ideal. Mantenha-se também à uma distância segura do veículo à sua frente, principalmente quando estiver chovendo ou em um trecho com cascalhos: isso evita danos na pintura ou a quebra do pára-brisas.

Não seja adepto da “banguela”. Essa prática de condução – errada - pode diminuir a eficiência dos freios, por conta do superaquecimento causado pela sua utilização excessiva e não vai economizar combustível.

Quem dirige tenso tende a ficar com uma postura curvada para frente, contraindo os músculos, o que provoca dores de cabeça, no pescoço, nas costas e sensação de cansaço generalizado. Procure sentar-se em posição confortável , com as costas e a cabeça apoiadas em seus respectivos encostos.

Além do bem-estar, o vestuário correto e confortável garante a agilidade dos reflexos em situações de emergência, como desvios de direção.

O uso do telefone celular prejudica a atenção ao trânsito. Falar ao telefone dificulta a realização de manobras em casos de emergência. Ao receber ou realizar uma ligação, estacione o carro e fale com segurança.

Finalmente, jamais faça uso de bebida alcoólica: seus reflexos diminuem e os riscos de acidentes ficam eminentes.

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